Na sala de aula foi apresentado um moderno sistema de gerenciamento de processos, o Scrum.
Aparentemente não fiquei tão surpreso, pelo fato de ter visto ele ser aplicado em muitos ambientes de trabalho, o que me surpreendeu de fato foram os detalhes de funcionamento deste sistema fascinante.
O Scrum elimina os problemas vindos da burocracia de papéis, colocando os verdadeiros interessados juntos, discutindo as soluções para os problemas.
Um exemplo bem interessante é o processo de criação de um sistema sem Scrum. O analista de sistemas vai ao cliente e documenta suas solicitações e passa ao arquiteto que desenha seus diagramas de representação e passa a equipe mão na massa, os programadores.
Agora imagine se o texto do analista seja mal interpretado pelo arquiteto, ou o mesmo aconteça com os programadores em relação ao próprio arquiteto, o sistema vai ser entregue ao cliente com muitas etapas bem diferentes daquele que o mesmo pediu.
Ajustes vão ser solicitados pelo cliente causando problemas nos prazos e orçamento, impedindo de se envolver em futuros trabalhos sem ter que contratar mais mão de obra.
O Scrum resolve ou diminui estes entraves, colocandos todos os interessados próximos e estabelecendo a cada 2 semanas novas metas. Neste ciclo denominado sprint, se o programador tiver dúvidas pergunta ao arquiteto, se o arquiteto não entender algo pergunta ao analista e se o cliente não gostar de algo, diz logo e não no final do projeto.
O Scrum é realmente bastante interessante nestes aspectos.
E o JIT - Just in Time? Também foi citado em sala de aula. Este processo, inventado pela Toyota, em poucas palavras trabalha sob demanda, sem desperdícios, onde se tem a quantidade de peças somente ao qual a produção precisa, sem sobras ou despedícios.
Enfim, 2 processos bem interessantes, mas como minha postagem denota claramente minha preferência pelo Scrum.
domingo, 10 de maio de 2009
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